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SOUTECH Automação e Manutenção Solicitar diagnóstico

Planos de Manutenção Inteligentes

Diagnóstico isolado gera relatório. Diagnóstico organizado por criticidade gera decisão: o que inspecionar, com que técnica, em que intervalo e por quê.

O problema

Plano genérico não sobrevive à rotina

Planos copiados de manual tratam todos os ativos do mesmo jeito: mesma periodicidade, mesma técnica, mesma prioridade. O resultado é previsível: a equipe gasta tempo em ativo que não precisava e chega atrasada no que importava.

  • Periodicidade igual para ativo crítico e ativo redundante desperdiça recurso escasso.
  • Técnica inadequada ao modo de falha não detecta o que deveria detectar.
  • Plano que não cabe no efetivo disponível é abandonado no segundo mês.
  • Sem indicador, não há como saber se o plano está funcionando.
Painel da plataforma PCM com indicadores de ordens de serviço por status, tipo de manutenção e prioridade

Metodologia

Como construímos o plano

  1. Inventário e classificação de criticidade

    Cada ativo recebe uma classificação baseada em impacto sobre a produção, sobre a segurança e sobre o meio ambiente, além do custo e do tempo de reposição.

  2. Modos de falha por ativo

    Identificamos como cada ativo falha na prática, e é o modo de falha que define qual técnica preditiva enxerga o problema.

  3. Seleção de técnica e intervalo

    Para cada modo de falha relevante, definimos a técnica (vibração, ensaio elétrico, termografia, ultrassom, análise de energia) e o intervalo adequado ao seu tempo de evolução.

  4. Plano executável

    Consolidamos rotas, carga de trabalho e responsáveis dentro do efetivo real da equipe. Plano que não cabe na rotina não é plano.

  5. Indicadores e revisão

    Acompanhamos indicadores de manutenção e revisamos periodicamente o plano com base no que as falhas reais mostraram.

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Escopo técnico

O que compõe o plano

Matriz de criticidade

Classificação dos ativos que define onde o recurso de manutenção é aplicado primeiro.

Estratégia por ativo

Definição entre preditiva, preventiva, detectiva ou operar até a falha, conforme faz sentido para cada caso.

Rotas de inspeção

Sequência de pontos, técnica aplicada e periodicidade, organizadas por área.

Integração dos diagnósticos

Vibração, MCA, qualidade de energia, termografia e lubrificação consolidados em uma visão única do ativo.

Estoque crítico

Identificação dos itens cuja falta transforma parada curta em parada longa.

Indicadores

Acompanhamento de disponibilidade, tempo entre falhas e aderência ao plano.

Na prática

O que a análise mostra

Ilustração sobre estratégia e planejamento aplicados à operação industrial
Prioridade definida por criticidade, não por ordem de chegada.
Infográfico com os nove pilares da Indústria 4.0
Tecnologia aplicada com propósito: cada pilar serve a uma decisão de manutenção.
Tela de cadastro de áreas da plataforma PCM com a hierarquia de áreas, máquinas e subconjuntos
Inventário hierárquico de áreas, máquinas e subconjuntos, a base da matriz de criticidade.

Entregáveis

O que você recebe

  • Inventário de ativos com matriz de criticidade
  • Estratégia de manutenção definida por ativo
  • Rotas de inspeção com técnica e periodicidade
  • Lista de itens críticos de estoque
  • Painel de indicadores e ciclo de revisão do plano

Aplicações

Onde se aplica

  • Plantas que estão migrando de manutenção reativa para planejada
  • Operações com equipe reduzida e muitos ativos
  • Unidades com histórico de paradas não planejadas recorrentes
  • Agroindústrias com forte sazonalidade de safra
  • Empresas em estruturação da área de PCM

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